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* CUIDADO: já aviso que não leiam aqueles que facilmente sentem-se ofendidos com textos repletos de generalizações. Quem se encaixar em alguma exceção, por favor, os comentários estão aí para isso.

Não é preciso muito tempo de convivência comigo para saber que existe uma Magali dentro de mim. Ou, como diriam alguns amigos meus, “que eu como feito um guri”. No entanto, mesmo os melhores de garfo mantêm alguns critérios gastronômicos. Listo aqui algumas observações e classificações que fiz sobre o assunto durante a vida:

Alimentos que ninguém com menos de 50 anos gosta
* frutas cristalizadas – Ora!!! pra quê comer isso? Uma paradinha que nem tem gosto de fruta, com cores bizarras e que mais parece aquelas cascas que se formam na gelatina do que qualquer outra coisa.
* doce de abóbora – vamos combinar que até aquela abóbora com carne moída que a mãe da gente faz só se come por questões de pirâmide alimentar. Agora, doce de abóbora? pior ainda aquelas que parecem uma cocada laranja e que vem em bandeijas de isopor, argh! (tá, já tô até vendo os comentários do tipo: “isso porque tu nunca comeu o da minha vó”. Ah, não vou comer mesmo. Nego, nego, nego!)

Alimentos que não tem como não gostar
* queijo – ahn? como assim? repete: tu não come queijo? Como é que tu sobreviveu a todos aqueles aniversários da turma
de adolescência, comemorados em rodízios de pizza?
* batata frita – ah, não. Não tem como fazer qualquer comentário. Pessoas que não gostam de batata frita não merecem crédito.
* maionese – fala sério? maionese, a mãe salvadora de todas as comidas sem sabor. Quem nunca salvou aquela massa sem sal ou que ficou uma paçoca com o famoso dueto maionese e catchup?

to be continued…

Tempos desses eu ouvi uma entrevista do Hique Gomes na rádio em que ele dizia que a gente sempre deve cultivar o “clown” que existe interiormente em cada um.
Sempre fui uma tremenda palhaça. Sério. Mas não uma palhaça assim, que se mostra facilmente. Só respondo aos bons estímulos. Acho que por isso, recentemente, vinha me sentindo tão triste… parte de mim tava quietinha demais, esperando algum desses estímulos.
Hoje eu tive alguns e fiquei tão bem-humorada… :P

Mas bah…

Minha depressão sazonal só me permite uma afirmação hoje: QUEM OUSAR ME DIZER QUE GOSTA DE FRIO LEVA UM BELISCÃO PARA APRENDER A NÃO FAZER MALCRIAÇÃO!!!

:P

Tem dores que não tem como escapar, principalmente as amorosas. Te atirou na chuva? Deixa molhar, mesmo que a gripe te ponha de cama logo após. O lance é saber que daqui a pouco passa… mais do que isso: saber que nunca, mas nunca mesmo, deve se perder a ilusão de que pode chover a qualque instante para aqueles que se deixam molhar.

Quando tudo fizer questão de parecer tão tedioso, lembre-se: é só uma questão de mudar de perspectiva :P

Eu, plantando bananeira em Londres, no lugar que representa o meridiano de Greenwich.

O lance é não criar expectativas sobre nada. Nunca.
Os relances de bom acaso não se deixam pintar numa tela que não seja esta: branca, branquinha, pronta para o novo e para o colorido.

Colecionei mais algumas boas telas nesse início de finde! :P

Por que que quanto mais propenso se fica a cair em tentações, mais elas aparecem?
Autocontrole, Maria Rita, autocontrole…


“Don’t ask her why she needs to be so free
She’ll tell you it’s the only way to be…”

Tem que fazer coro aos inúmeros posts referentes ao Dia das Mães, claro.
Se a minha mãe é a melhor do mundo, não tenho suficiente conhecimento pra dizer. Digo que ela é uma das mais corajosas, pois ter oito filhos não é pra qualquer uma – ainda mais que sete deles são homens e foram gurizes muitíssimo capetas!
Mas tenho toda a certeza que ela é a senhora das expressões mais engraçadas. Afinal, quem já ouviu uma conversação desse tipo:
“Mãe, tô bonita?”
“Claro, guria. Quem dera eu tivesse esse rosto pra um dia de festa.”

:P

Perco algumas horas de sono procurando refazer caminhos e descobrir em que parte do percurso eu me perdi de mim mesma. O que se é quando a gente não se reconhece? Se em algum momento me desfiz em partes na brincadeira de novas reconstruções do ser, perdi algumas peças que agora me fazem falta.
Mas pra dizer a verdade mesmo, a culpa é do outro. É, isso mesmo, aquele outro, meu espelho, meu reflexo, o meu legitimar-se no mundo… onde estás, hein?