Game over

Cheguei no Campus do Vale da UFRGS hoje e descobri que era prova. Tinha colocado na minha cabeça que era na quarta-feira. Nunca tinha chegado numa prova desavisada. Xit. Sequelei de vez, será?

Joelho, quem precisa deles? Depois de detonar um deles correndo em um tênis velho no sábado, fui comprar um tênis de corrida novo no BarraShoppingSul. “Mãe, tu não conhece o Iberê, né?”. Brilhantíssima ideia, Maria Rita. A caminhadinha do shopping até o museu é barbada. Já do museu a qualquer parada de ônibus, requer paciência, calçadas (fortunati, oi?) e… joelhos.

Mas o joelho virou a desculpa para matar o kung fu na segunda. “Preciso melhorar esse joelho até voltar”. Uhum. Nem foi a chuva. Nem foi a preguiça. Mas podia ter tudo a ver com estudar para a prova, não? Uns minutinhos a mais sobre teoria do texto. Ah, claro, se eu tivesse lembrado da prova…

Buenas, nas horas de sábado e domingo em que deveria ter ficado estudando, vi a animação Mary & Max. Batalha ganha pela sinusite, porque rolou uma chorada, seguida de um congestionamento nasal básico. Não adianta, desde Alfredo e Toto, todo filme sobre amizade me comove. Ainda mais envolvendo trocas de cartas. Amo os tempos das trocas de cartas.

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