Duerme, duerme, negrito

Demorei muito a estudar espanhol para quem ama essa língua desde tão pequetita. Sim, não foi aos 20 anos, com Victor, o filho de Penélope Cruz que nasce em um ônibus e ganha passagem grátis para o resto da vida em Carne Trêmula, que me convenci a aprender.

Nem Gael García Bernal em Y tu Mamá También ou Javier Bardem em Vicky Cristina Barcelona ou Ricardo Darín a me convencerem que a língua é tão sonora.

Minhas memórias são da cor de uma vitrola cinza. E de um disco cinza.E de uma cantora cor de índio.

“Mano, põe de novo aquela que eu gosto daquela cantora?”

Porque eu queria repetir aquele verso tão sonoro mais uma vez:

“Y si el negro no se duerme, viene el diablo blanco e ZAZ”

E ele puxava a agulha e colocava de novo na faixa que eu tanto queria. Cantávamos juntos. Bons tempos…

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