Recordações nonsense

Esses dias um dos meus irmãos chegou até mim, rindo, para mostrar uns recados que deixei em um livro de recordações que minha mãe, dona Marly, tem desde 1946. Foi um presente de Páscoa dos avós maternos dela, Helena e Martin Felix Berta. Quando criança, obviamente, eu não poderia deixar de invadir o livrinho!

Lembram daquela mania de escrever palavras com as iniciais do nome da pessoa? Minha criatividade foi apenas até a segunda inicial. Vejam:

Céus, eu era uma criança meio deprê, definitivamente. Estão provados, nestes recadinhos, minha paranoia com “últimos dias de vida” e “morte”.

Por último, “valeu aí, mãe, por eu ter sido uma parasita por nove meses”

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