Bombay Bicycle Club

O lance é que eu tô viciada no som desses guris, que lançaram o primeiro álbum em 2009, I Had The Blues But I Shook Them Loose.

Agora os piás da Inglaterra, que recém saíram do Ensino Médio (dá para ver pelas carinhas, acho) devem lançar outro em julho, Flaws. Fico no aguardo.

Minha preferida, por ora.

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Duerme, duerme, negrito

Demorei muito a estudar espanhol para quem ama essa língua desde tão pequetita. Sim, não foi aos 20 anos, com Victor, o filho de Penélope Cruz que nasce em um ônibus e ganha passagem grátis para o resto da vida em Carne Trêmula, que me convenci a aprender.

Nem Gael García Bernal em Y tu Mamá También ou Javier Bardem em Vicky Cristina Barcelona ou Ricardo Darín a me convencerem que a língua é tão sonora.

Minhas memórias são da cor de uma vitrola cinza. E de um disco cinza.E de uma cantora cor de índio.

“Mano, põe de novo aquela que eu gosto daquela cantora?”

Porque eu queria repetir aquele verso tão sonoro mais uma vez:

“Y si el negro no se duerme, viene el diablo blanco e ZAZ”

E ele puxava a agulha e colocava de novo na faixa que eu tanto queria. Cantávamos juntos. Bons tempos…

Gente tá sempre querendo

Foi uma semana de bons shows, embora um deles tenha acabado com meu sono e disposição no dia seguinte. Guns e Franz valeram os investimentos nos ingressos, sendo que rolou desconto estudantil para o Guns e um valor de primeiro lote para o Franz, mesmo com a decisão de última hora, graças à colega Marcela Donini.

Mas lembrando Raul Seixas mais uma vez, “é que gente, gente nasceu para querer”. E tô sempre pensando nos shows em que perdi ou ainda vou dar um jeito de ver. A possibilidade de ter visto Roger Waters em 2002 é a única que me faz morrer feliz hoje. Ainda falta repetir a chance de Radiohead e de The Cure se decidir finalmente pelo Brasil.

Enquanto isso, podia rolar de ver Muse alguma vez. Isso porque essa foi uma daquelas semanas de muito ouvir um mesmo disco. Black Holes and Revelations me deixou com muita vontade ver Invincible ao vivo. E Matthew Bellamy é mais um desses ingleses esquisitinhos que me ganhou total pela voz. Um viva ao André, responsável pelo CD que, dentre outros sons, tinha esse álbum do Muse e me salvou na semana sem HD.