Gente tá sempre querendo

Foi uma semana de bons shows, embora um deles tenha acabado com meu sono e disposição no dia seguinte. Guns e Franz valeram os investimentos nos ingressos, sendo que rolou desconto estudantil para o Guns e um valor de primeiro lote para o Franz, mesmo com a decisão de última hora, graças à colega Marcela Donini.

Mas lembrando Raul Seixas mais uma vez, “é que gente, gente nasceu para querer”. E tô sempre pensando nos shows em que perdi ou ainda vou dar um jeito de ver. A possibilidade de ter visto Roger Waters em 2002 é a única que me faz morrer feliz hoje. Ainda falta repetir a chance de Radiohead e de The Cure se decidir finalmente pelo Brasil.

Enquanto isso, podia rolar de ver Muse alguma vez. Isso porque essa foi uma daquelas semanas de muito ouvir um mesmo disco. Black Holes and Revelations me deixou com muita vontade ver Invincible ao vivo. E Matthew Bellamy é mais um desses ingleses esquisitinhos que me ganhou total pela voz. Um viva ao André, responsável pelo CD que, dentre outros sons, tinha esse álbum do Muse e me salvou na semana sem HD.

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